Manda

segunda-feira, março 24, 2014

VOCALISTA DO LS JACK NA IGREJA DO KLEBER LUCAS

Com a ajuda da mulher, Marcus Menna vai voltar ao LS Jack

O cantor se recupera de sequelas de uma lipoaspiração mal sucedida que o deixou em coma em 2004: 'Vou retornando aos poucos aos shows'.


Luciana Tecidio do EGO, no Rio


Marcus Menna e Flavia Guinancio (Foto: Roberto Teixeira/EGO)Marcus Menna e a mulher Flavia Guinancio (Foto: Roberto Teixeira/EGO)
Domingo à noite o auditório de um hotel de luxo na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, vira parada obrigatória para Marcus Menna, ex-vocalista do LS Jack. Acompanhado da mulher, Flavia Guinancio, o cantor vibra no culto e canta animado as canções da Soul Church, templo evangélico criado a pouco tempo pelo pastor Kleber Lucas e no qual ele foi batizado recentemente.
Há um mês o lugar tem sido a tábua de salvação de Marcus, que em 2004 viu sua carreira em ascensão a frente da banda LS Jack ser interrompida. Ao tentar uma lipoaspiração para retirar dois litros de gordura no abdômen, o autor do hit “Carla” sofreu uma parada cardiorrespiratória e passou 20 minutos com pouca oxigenação no cérebro. Marcus ficou dois meses em coma e até hoje luta por sua recuperação. Ele ainda tem dificuldades na fala e na coordenação das mãos. "Minha memória também está muito ruim, não lembro das coisas", admite ele.
Morando junto com o cantor há quatro anos, Flavia apresentou para Marcus a religião evangélica fazendo-o abandonar as bebidas e as drogas. “Quando a gente se conheceu, Marcus estava com a saúde comprometida, evolvido em drogas e bebidas. Hoje ele está limpo. Não usa mais nada. Pedi a Deus que nos indicasse uma igreja perto da nossa casa, para ficar fácil dele se locomover, e há um mês frequentamos a Soul Church, para onde vamos a pé”.
O casal mora na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e Marcus tem a rotina preenchida com aulas de reeducação física, idas a um quiroprata, aulas de inglês, piano e canto. “Estou me preparando para voltar o LS Jack”, revela Menna. “Aos poucos vou retornando devagar aos shows”.
Relacionamento tranquilo
Flavia Guinancio, Marcus Menna e Sergio Knust (Foto: Reprodução / Facebook) 
Flavia Guinancio, Marcus Menna e Sergio Knust no dia
do batismo do cantor
Flavia conta que nunca viu problema no relacionamento com Marcus. Ela atribui a facilidade em cuidar dele ao fato de ter passado a adolescência vendo a luta da mãe com o pai, que sofreu um sério acidente de carro quando ela tinha 12 anos. Ele ficou internado por um ano e quando voltou para casa passou seis meses sem reconhecer a família. “Fiquei sem a minha mãe durante um ano, pois ela estava dedicada ao meu pai. Eu e Marcus temos a vida ligada por muitas coincidências”, diz Flavia.
Sem saber, eles moraram no Paraguai quando eram adolescentes e o melhor amigo do pai de Menna era vizinho da família de Flavia em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. Totalmente dedicada à recuperação do parceiro, Flavia chegou a mudar o endereço de seu escritório de arquitetura para o shopping onde o cantor faz seus cursos. “Foi Deus quem nos aproximou e é a Ele que devemos tudo de bom que o Marcus vem obtendo até agora”, agradece ela.
Marcus Menna  (Foto: Roberto Teixeira/EGO)Marcus Menna no culto da Soul Church, no Rio (Foto: Roberto Teixeira/EGO)
Ctrl C: Ego

ENTREVISTA COM PAULO CÉSAR BARUK SOBRE NOVO CD

Como andam os preparativos finais do seu álbum "Graça”?

Baruk - Estamos trabalhando a todo o vapor na finalização do CD, os elementos musicais, por vezes gravados separadamente, estão sendo reunidos e tudo começa a soar exatamente conforme o sonhado. Falta bem pouco pra que tudo esteja pronto e todos tenham acesso aquilo que preparamos com tanto amor. Que o Senhor seja louvado!

Por que este título? Este será um tema recorrente no projeto?

Baruk - Sem dúvida. Tudo gira em torno da GRAÇA como tema central, e nessa ótica abordamos vários assuntos, tais como, amor, perdão, oração, amizade, etc. Não há a menor pretensão de esgotarmos o assunto da graça simplesmente porque isso nunca seria possível. Meu convite é à experiência pessoal que a Graça gera em cada um.
 
O CD terá participações especiais ou alguma surpresa?

Baruk -  Acho que todo o CD será uma grande surpresa. Na verdade, revelamos bem pouco do projeto como um todo até agora, teremos surpresas do encarte até o último segundo da última faixa.
Temos tratado cada músico, cantor ou técnico como participante especial, isso porque estamos procurando extrair o melhor de cada um na essência. 
Quanto a cantores convidados, sim, provavelmente teremos isso confirmado, mas também será surpresa! rs

A produção deste novo projeto aconteceu no Brasil e no exterior. Como tem sido esta experiência?

Baruk - Estou muito feliz pela possibilidade de variar nas formas de execução musical deste álbum. Estive em Nashville gravando com músicos americanos e a outra parte foi gravada aqui, com músicos brasileiros de extraordinária qualidade. Não há melhores lá ou aqui, são apenas formas diferentes de se expressar através da música. O resultado da soma não poderia ser melhor, estou completamente grato e satisfeito!
Quais são as suas expectativas pelo lançamento de "Graça" pela Sony Music?

Baruk - Todo o estudo e busca por aprofundar-me no tema do CD serviram pra que eu perceba que não há limites pra quem se lança no imenso oceano que é a graça, aprendi muito e o muito que aprendi ainda é tão pouco frente o que se pode conhecer. 
Minha expectativa maior é que pessoas ouçam nesse CD um convite a experimentar do que é a graça. Que ninguém mais se contente em apenas escutar e ler a respeito, que haja um desejo incontrolável de arriscar esse mergulho. 
Vejo nessa parceria com a Sony Music uma oportunidade imensa de potencializar o alcance das canções, que muitos lares sejam invadidos pelas águas desse grande mar!

Ctrl C: Sony Gospel

sexta-feira, março 21, 2014

VOCALISTA DO LS JACK SE BATIZA

Vocalista do LS Jack é batizado em igreja de ex-mulher do Romário

Marcus Menna, vocalista do LS Jack, é batizado numa piscina com a ajuda do pastor Kleber Lucas e de outros fiéis Foto: Reprodução
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Marcus Menna, ex-vocalista da banda LS Jack, participou, no último sábado, do 1º batismo da Soul Church com os pastores Kleber Lucas e Danielle Favatto, ex-mulher de Romário. Vestido de branco, ele foi batizado numa piscina ao lado de outros fiéis. Menna, de 37 anos, tenta voltar ao sucesso desde que estourou com o hit “Carla”, há 14 anos. Em 2004, uma simples lipoaspiração o deixou em coma por dois meses, depois de complicações na cirurgia.
A evangélica Soul Church tem atraído outras pessoas conhecidas ao seus cultos, como a policial Marinara Costa, ex-símbolo sexual, e a diretora Marlene Mattos.

Marcus Menna, vocalista do LS Jack, é batizado numa piscina
Marcus Menna, vocalista do LS Jack, é batizado numa piscina Foto: Reprodução

Marcus Menna, vocalista do LS Jack, é batizado numa piscina com a ajuda do pastor Kleber Lucas e de outros fiéis
Marcus Menna, vocalista do LS Jack, é batizado numa piscina com a ajuda do pastor Kleber Lucas e de outros fiéis Foto: Reprodução
Em fevereiro, Marcus Menna anunciou em entrevistas o desejo de lançar um novo disco com a banda LS Jack. O CD já tem até título: "Construindo tudo de novo".

Marcus Menna, vocalista do LS Jack, com o pastor Kleber Lucas (de óculos) e outro fiel
Marcus Menna, vocalista do LS Jack, com o pastor Kleber Lucas (de óculos) e outro fiel Foto: Reprodução

Marcus Menna, à direita, com o pastor Kleber Lucas (de óculos) e a pastora Daniele Favato, à esquerda
Marcus Menna, à direita, com o pastor Kleber Lucas (de óculos) e a pastora Daniele Favato, à esquerda Foto: reprodução
Ctrl C: Extra

sexta-feira, março 07, 2014

FRED APARECE PRA TREINAR COM CAMISETA EVANGÉLICA.

NÃO, NÃO ERAM AS MUKAMISETAS...

"A sexta-feira era para ser folga, mas Fred decidiu trabalhar. Ao se apresentar para o treino desta manhã, nas Laranjeiras, o centroavante atuou normalmente com os demais companheiros após defender a Seleção, quarta-feira, em Joanesburgo, em amistoso contra a África do Sul. Na sede, exebiu uma camisa com mensagem religiosa. Ele tem frenquentado os cultos da Igreja Evangélica Internacional da Zona Sul, no bairro do Flamengo, e postou a foto em uma rede social.
No campo, se destacou com três gols no trabalho técnico comandado por Renato Gaúcho. Valencia, que havia recebido a mesma liberação, por ter jogado pela Colômbia, preferiu descansar em casa.
fred fluminense  instagram camisa igreja (Foto: Reprodução )Fred posta foto no clube com camisa com mensagem religiosa. Atacante tem frequentado igreja evangélica (Foto: Reprodução )
O  volante teve um voo com três escalas, vindo da Espanha, até o Rio, após atuar nos 90 minutos do empate com a Tunísia. Chegou na noite de quinta. Fred conseguiu retornar um pouco antes e, por isso, decidiu treinar. Ele foi sacado no segundo tempo da vitória brasileira sobre a África do Sul.
Renato Gaúcho ainda não revelou qual será o aproveitamento da dupla diante do Duque de Caxias, domingo, em Volta Redonda, pelo Carioca. O treinador pode poupar titulares - Conca, que atuou nos 12 jogos do estadual, deve ganhar descanso. Porém, pelo desempenho de Fred, o camisa 9 tem totais condições de estar em campo.
Foram três gols marcados. O primeiro, em chute no canto direito de Diego Cavalieri, que não conseguiu segurar a bola. Teve o segundo em chute cruzado. E o terceiro, após completar cruzamento da direita. Renato comandou uma sessão em que três times se revezavam no confronto em meio-campo com, no máximo, três toques. Não indicou escalação.
Em segundo com 26 pontos, o Tricolor está classificado à semifinal. Tenta ainda chegar em primeiro na fase classificatória. Está cinco pontos atrás do Flamengo.

Ctrl C: Globo.com

quarta-feira, fevereiro 26, 2014

PENSO LOGO INSISTO: KEITH GREEN CACHÊS E MARKETING



Terrákios do meu coração.
Começa a rolar pelas redes sociais uma suposta biografia de Keith Green que muita gente só começou a conhecer depois que o Marcos Almeida juntou ele ao Rookmaaker em uma das suas melancólicas músicas loshermaneanas.
Segundo o post, depois de um tempo na indústria americana ele se cansou e resolveu romper com o “mainstream” colocando seus CDs na estratégia “pague quanto quiser” num primeiro momento e posteriormente começou a dar suas gravações de graça mesmo.
Logo todos começam a discutir o tema e propor que essa seria a linha mais “evangélica” para uma carreira de um artista cristão. (Esse termo “artista” seja logo repreendido por 10 entre 10 defensores dessa estratégia.)
Thalles, Diante do Trono, Fernandinho, os artistas tops são logo criticados pelo alto valor dos seus cachês.
Isso sim seria mais santo. Abrir mão de cachês e dar tudo de graça, esperando só uma oferta.
Embora já tenha falado um pouco sobre o tema no meu texto “Show X Culto”, vou abordar mais profundamente sobre o tema “Cachês Astronômicos” agora.
Para abordar melhor vamos fazer uma parada no marketing e num dos seus tópicos mais utilizados atualmente: PRECIFICAÇÃO.
Embora o senso comum ache que o preço de um produto é dado somente pelo aspecto QUALIDADE, ou seja, se um produto tem qualidade melhor que o outro,
então ele deve ser mais caro. Na realidade existem mais fatores que incidem sobre o preço final de um produto.
Vou falar sobre três e entrar aplicá-los no nosso “mondinho guspel”.
1. CUSTOS: O preço de um cachê muitas vezes depende do custo de um show. O Show do Diante do Trono tem um custo maior que o show do meu amigo Saul Gutman. Afinal o DT leva dezenas de músicos, cantores, técnicos de som e luz, dançarinas, se bobear até um leão vai junto. Já no de Saul, vai ele, seu Cello e um playback. Ou seja, o show do DT é bem mais caro porque tem um custo maior para acontecer.
2. DEMANDA: O preço de um cachê depende também da demanda pelo show do artista. O Show do Thalles é um dos mais contratados do país e um dos que mais leva gente no momento. Ou seja, a demanda por ele é bem maior do que um show do Ruben Mukama que ninguém quer.
3. CONCORRÊNCIA. Essa vai ser chocante. Vários eventos são realizados no Brasil e nele só tocam artistas da mesma gravadora ou megaigreja, muitas vezes de graça. Tenho amigo que tocou no começo do movimento gospel que está até hoje esperando o pagamento dos seus cachês. Porque eles fizeram vários eventos para a gravadora e igreja, com o cachê lá embaixo, ou no caso dele: zero.
Por causa da concorrência o preço do cachê pode aumentar ou diminuir. Por exemplo, vários artistas do sul do país (no sul do país), muitas vezes se apresentam de graça ou com um cachê muito baixo em igrejas, shows e às vezes até em lojas de rua. Como lá nasce um artista em cada esquina, para estar na mídia, eles diminuem os valores para poder se apresentar.
E como no Nordeste não damos muito valor aos artistas daqui, achando sempre que os de fora são mais “santos, ungidos e famosos”, os cachês ficam bem perto do Pai (nas alturas).
Tudo isso explica um pouco da precificação. Ou a valoração de um produto. Você pode ter dois produtos iguais, mas com preços diferentes. Tipo compre um café com leite no centro ou compre um café com leite no aeroporto. O produto é o mesmo, mas o preço...
Cada artista “precifica” seu show. Sempre com uma estratégia. Mesmo quem deixou seu cachê zero e deu CDs de graça, precificou seu show. Se você é um artista e não tem concorrência, é o melhor no pedaço: coloque seu cachê nas alturas. Essa será sua precificação e talvez você terá que pagar um preço por isso!
Pronto, acho que deu pra entender um pouco o que se passa na cabeça do show business. Só lembrando: Preço e Precificação são coisas diferentes!
Vamos para outro ponto: É injusto cobrar porque na Bíblia diz: De graça recebei, de graça dai...!
Nesse ponto podemos entender que a intenção da palavra era dizer que a MENSAGEM do evangelho é grátis.
Mas isso se refere ao conteúdo, não à forma.
A MENSAGEM do evangelho não deve ser cobrada. Ou seja, ninguém deve pagar para ter acesso a Jesus. Esse preço já foi pago.
Como os artistas e pastores gospel tem na sua arte (alguns) a MENSAGEM do evangelho, muitos se perguntam por que isso não deve ser de graça.
POR CONTA DO MEIO...
Na realidade, muitos deles (espero) pregariam o evangelho de graça para você, mas na realidade o que eles vendem é sua arte, os meios por onde ela se propaga (cds, dvds, shows, musicais,workshops, etc). Nada contra isso. Todo trabalhador é digno da sua precificação. O professor vende sua aula, o padeiro vende pão, o artista vende sua arte.
E cada um coloca o preço no seu produto!
Esse artigo é muito valoroso para mim. Também vou colocar um preço: compartilhe aí pra que você gosta!
Quem tem ouvidos para ouvir: Pense!
Em amor
Ruben Mukama

terça-feira, fevereiro 25, 2014

CONTROL C CONTROL V NA MÚSICA GOSPEL

Fiquei pensando se incluia essas capas nessa categoria.

SOMOS A GERAÇÃO DO AVIVAMENTO • SQN



Meus escutadores de música boa estão cansados de ouvir:
Somos da geração que vai mudar o país...
Somos a geração do Avivamento...
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Aí fico lembrando da minha geração...
Não tínhamos sonhos tão altos.
Queríamos só uma guitarra e uma bateria entrando na igreja.
Queríamos curtir nossos rocks e reggaes sem neuras e ter um espaço legal nas nossas igrejas para o qual pudéssemos convidar nossos amigos.
Era difícil. Se alguém batesse palmas na igreja podia encarar um diácono em um segundo debaixo das fuças...
Tínhamos que esconder muito bem nossos Lps do Rebanhão, Petra, Stryper.
A moda que chocava as igrejas naquela época era cortar as mangas das camisetas. Usar bermuda nem pensar.
Talvez por isso até hoje use esse visual. Só de tanto que fomos impedidos na nossa época.
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Hoje, vinte e tantos anos depois, vejo que finalmente muito desses empecilhos foram superados.
Hoje em termos musicais já estamos bem mais liberais.
Ninguém luta mais para que entrem guitarras, baterias. Isso é pouco para o arsenal que as igrejas têm hoje.
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Mas ouvindo gente com a metade da minha idade, uns pastores, uns membros antigos, outros novos, vejo que, em termos do perfil dos evangélicos, as coisas continuam iguais.
Posturas retrógadas de gente nova...
Jogam pra cima aquela velha desculpa: Deus ama o pecador e odeia o pecado.
Apenas retórica para dizer: Pecador se transforme ante de entrar na MINHA igreja.
É triste constatar isso nessa geração que foi fruto da nossa luta por liberdade?!
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Jesus era inclusivo. Recebeu, falou, interagiu, com (perdão vou contextualizar) Corruptos (Lc 19), Piriguetes (Lc 7:36) e muitos outros grupos que hoje são excluídos do nosso convívio nas Igrejas.
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E mais. Estamos exigindo uma postura exatamente igual ao que nos era exigida há décadas. Queremos “crentes” certinhos: que não ouçam a dita música secular, que não usem cabelo comprido (homens) e cabelo raspado (mulheres), tatuagens, brincos, maquiagem ainda viram assunto nas rodinhas dos guardiões gospel de plantão.
Exigimos um evangelho personalizado (ao nosso próprio gosto) e muitas vezes queremos que as mudanças precedam Jesus (veja quadro)


Queremos gente bonitinha, com cabelo no gel, que ouça DT ou Damáris, que seja contribuinte dos televangelistas, que evite discussões bíblicas, que não tire sarro dos bambambans evangélicos, e finalmente, que mande seu senso crítico para Sochi.
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E aí Somos da geração que vai mudar o país...
Somos a geração do Avivamento... e esquecemos que Avivamento não acontece dentro da Igreja e sim outside. Lembram o Eis-me aqui. Envia-me a mim...
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Desculpem, mas vou esperar chegar a próxima geração porque essa já deu. Vamos ver se realmente vamos ser como a Igreja Primitiva.
(Muita gente confunde ser de igreja histórica com ser da igreja pré-histórica.)
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Ou com ser da igreja histérica...
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Quem tem ouvidos para ouvir...Pense!

Ruben Mukamatrix

terça-feira, fevereiro 18, 2014

MAIS UM QUE VAI VAZAR DA SOMLIVRE

Som Livre e evangélicos

Valadão: irritado com a carreira
Valadão: irritado com a carreira
A boa relação da Som Livre com os evangélicos sofreu mais um baque na semana passada. André Valadão, um dos cantores religiosos mais conhecidos do país, está insatisfeito com a gravadora, que sempre representou os interesses maiores da Globo com o mercado gospel.
Em e-mail enviado na semana passada à cúpula da Som Livre, Valadão avisou que está com ânimo zero de lançar um novo projeto na gravadora. Diz a mensagem:
- Nunca em toda minha carreira vendi tão pouco (…). Não consigo acreditar que até hoje não chegamos a disco de ouro no CD/DVD. (…) O disco não tem chegado nos pontos de venda, fato. Não vou lançar mais um projeto carregando meu nome e carreira sem ter perspectiva de no mínimo 40 000 cópias vendidas.
É a segunda disputa da Som Livre com evangélicos que vem à tona. Em outubro do ano passado, o Diante do Trono ameaçou processar a gravadora (Leia mais aqui).
Por Lauro Jardim

quinta-feira, fevereiro 06, 2014

PRESIDENTE DA SONY MUSIC BRASIL FALA DO FUTURO DA MÚSICA

Vamos ver essa entrevista do chefão do Maurício Soares na Sony.

RIO — Na sala da torre em Botafogo, cujas paredes de vidro mostram uma das mais belas vistas do Pão de Açúcar e da Urca, o ex-estagiário e hoje presidente da Sony Music Brasil, Alexandre Schiavo, se perde em meio à pilha de CDs sobre sua mesa. São novos cantores que enviam suas músicas. Se ele ouve os CDs? Todos, garante ele.
— Ali pode estar o próximo sucesso — diz o empresário, que está há 22 anos na empresa, e que, neste período, acompanhou a indústria fonográfica do fim da fita cassete e dos LPs até o início e a consolidação do mercado digital, passando pela crise culminada pela pirataria (que quase levou a gravadora à falência), pelo surgimento dos CDs e pela volta do vinil. — O CD é ainda nossa maior receita, de 70%, mas o digital, que, em 2012, correspondia a 30%, deve chegar aos 40% da fatia em 2013 — diz Schiavo, lembrando que o ano fiscal termina somente em março. Não à toa, é neste universo da virtual que a Sony investe como canal e busca novos talentos. Tanto que as duas novas vozes foram descobertas em vídeos na internet.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/emprego/3x4o-futuro-o-mercado-de-assinaturas-diz-presidente-da-sony-brasil-11460760#ixzz2sZCeM3P4
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Schiavo ressalta que os artistas consagrados (como ele gosta de chamar) também dão sustância à Sony. O rei da gravadora é, claro, Roberto Carlos — em peso e vendas. O sertanejo nunca saiu de moda, garante ele, e o gospel é o segundo maior gênero no ranking de comercialização. Público este que fez a gravadora redefinir sua equipe. Neste ano, Lulu Santos e Djavan voltam à gravadora, e Gilberto Gil faz sua estreia. Todos, provavelmente, com material físico e digital.
Em 2014, a gravadora passará a investir cada vez mais no marketing digital, com destaque para o Spotify, um aplicativo de streaming (pacote de assinaturas) — ainda bastante polêmico no mercado fonográfico — que deve chegar ao Brasil ainda no primeiro semestre. Mas ele confessa:
— Você sente que realmente lançou uma coisa boa quando ouve a música tocar na rádio. É o que ainda nos faz ficar arrepiados e ter a certeza de que deu tudo certo.
1) Você estava prestes a ser trainee do Citibank, em Nova York, e mesmo assim topou ser estagiário na Sony? Era amor ao ramo de música?
Não. A minha relação com a música era a mesma de qualquer pessoa, eu gostava, mas não era aficionado. Eu queria era fazer marketing. Cursava administração na PUC-RJ e ingressei como trainee do CitiBank para uma função mais operacional. Quando fiquei sabendo do estágio na Sony, estava prestes a ir para Nova York. Eu pensei: ‘Devo deixar a vaga de trainee para um estágio? Bem, tudo bem, vamos lá', e fui fazer a entrevista. Quem me recebeu foi o Luiz Calainho e foi ótima a conversa. Saí de lá pensando: 'É isso o que eu quero'. Eu comecei no departamento de marketing estratégico fazendo algo que, a princípio, eu não gostava, que era venda de produtos para empresas. Eu dividia uma mesa daquelas redondas com outros funcionários, em meio aos catálogos, era uma confusão (risos). Foi quando surgiu uma vaga de secretário do Calainho e eu pedi para ocupá-la. Eu estava há quatro meses no estágio e mostrava resultados. Acho que ser simpático, criativo e pró-ativo me ajudaram nisso. O funcionário não tem que levar problemas, mas, sim, soluções para seu chefe. E depois disso fui crescendo dentro da gravadora até ir para os Estados Unidos como diretor de marketing internacional de artistas latinos e brasileiros, em Nova York.
2) Qual foi a parte mais difícil da sua carreira?
Quando eu tive que deixar os Estados Unidos por causa da crise da indústria fonográfica, nos anos 90, gerada pela pirataria. Não queria retornar porque almejava outros mercados, como a Europa. Mas tinha uma crise aqui e já se falava em fechar a unidade no Brasil. A Sony estava entrando no quinto ano de queda. Além de ter que voltar, encontrei uma situação bem difícil aqui, tive que reestruturar a equipe, o que significa mandar muita gente embora, e renegociar contratos com os artistas da época, o que foi bem complicado também. Com isso, conseguimos economizar US$ 20 milhões. Isso deu um fôlego. Fizemos, ainda, uma campanha interna, porque as pessoas já estavam desanimadas de produzir CDs que, teoricamente, seriam copiados. A pirataria ainda existe, mas focamos no mercado digital. Este ano vamos apostar no Spotify que é um aplicativo de streaming, já importante no mundo. Ele é parecido com o iTunes, mas com serviços diferentes. O futuro é este mercado de assinatura.
3) O CD vai acabar um dia? Como a Sony se prepara para este mercado digital que cresce a cada ano?
Olha, esta é a pergunta que todo mundo se faz. O mercado é muito dinâmico e está sempre mudando, as coisas vão e voltam. Os mais novos preferem o digital e os mais velhos os CDs, mas as pessoas mudam também. Você veja, o LP voltou. No ano que vem, vamos gravar toda a discografia do Roberto Carlos em vinil. O CD é ainda bastante importante no mercado. Tem o EP (disco com quatro a cinco faixas), que é um outro caminho. Neste últimos cinco anos, não houve queda significante nas vendas do produto físico. Nós somos líder deste mercado há quatro anos. E a música vai evoluir com a tecnologia. A Sony Music Brasil já está nas redes sociais e em diversos canais digitais. Em 2014, junto com os CDs, que são nossa maior receita, vamos focar mais no marketing digital, com campanhas e promoções na internet. A ideia é dar mais poder para estes canais, aliados ao rádio e TV, que continuam a ter uma força muito grande. No final do ano passado, perto do Natal, tivemos um case muito interessante da Sony mundial, em que a cantora Beyoncé lançou o produto físico e o digital ao mesmo tempo. Ela conseguiu juntar uma venda tão expressiva nos dois campos. Por mais que o consumidor ouça na internet, quando ele vê a embalagem, a foto, todo aquele trabalho impresso, ele quer ter aquilo. Então é dificil dizer se e quando o CD acabaria...
4) As pessoas brincam que uma hora o sertanejo chamado universitário vai se formar e acabar. Mas o que vemos é um mercado que cresce, junto com o religioso, que ganhou força nestes últimos anos. Qual a posição destes gêneros nas vendas?
Tem gente que fala que o sertanejo cresce hoje, mas a verdade é que cresce há 12 anos. É o que mais vende nas lojas e nas rádios, e vai continuar dominando o mercado este ano. Se você for pegar os dados do que vende e do que toca na rádio no Brasil, vai ver que a música popular brasileira é, há bastante tempo, a sertaneja. E tem espaço tanto para consagrados como para os novatos. O gospel ou religioso foi um segmento que identificamos e hoje é o segundo gênero mais comercializado na Sony. O padre Marcelo Rossi, por exemplo, é o segundo artista com mais álbuns comprados, atrás somente do Roberto Carlos. A gente cometeu alguns erros nesse mercado, pois no início quisemos trabalhar somente com cantores que já estavam conosco. Depois, entendemos que precisávamos trazer profissionais do segmento de gospel para atuar dentro da gravadora. Apesar do choque cultural inicial, que teve mesmo, fomos bem sucedidos neste público.
4) O Roberto Carlos é o rei mesmo, em vendas e nome?
O Roberto é o rei sim (risos). Ele é um cara extremamente simples e agradável. Se você perguntar para qualquer um aqui, vai ouvir que Roberto Carlos é um lorde. Por incrível que pareça, tem muito mais artista novo com ataque de estrelismo do que os antigos, que estão na estrada há anos e vendendo milhões...
5) Cantar bem é um requisito meio óbvio para ser um sucesso. Mas, tirando este lado romântico e abordando a questão comercial também, o que, de fato, o presidente da Sony busca ao ouvir estes CDs sobre a mesa e assistir aos vídeos na internet?
Música e talento, de verdade! É, também, uma mistura de achar um artista para aquele som que está fazendo sucesso no momento, tipo Anitta e Naldo. Você precisa de artistas se o funk está bombando. E tem esta coisa de você saber o que é hit... o que vai estourar... Por mais que você tenha experiência no mercado, não é nada simples. Por exemplo, já passei na sala do artístico e escutei um som que achei horrível, e foi um sucesso. E já ouvi músicas de artistas consagrados que achei lindíssimas e disse 'vai explodir', e não venderam...
6) Quais são as apostas da Sony para 2014 em artista e gênero? Como saber se vingou?
Temos dois artistas novinhos que descobrimos na internet, um pop e o outro sertanejo. Eu também aposto muito nos artistas consagrados. Num Djavan, Lulu Santos, Gilberto Gil, Roberto Carlos. Todos eles terão novos álbuns em 2014. Pensamos em um grande lançamento digital e um grande lançamento físico. O próprio Gil tem esse apelo. A internet é muito bacana, o iTunes, o Spotify ou tantos outros canais para saber se a música está fazendo sucesso, mas você sente que realmente lançou uma coisa boa quando quando você está no carro e ouve tocar na rádio... É o que ainda nos faz ficar arrepiados e ter a certeza de que deu tudo certo.

Ctrl C : O Globo
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